11 maio 2013

CASA DO ZÉ - Projeto Casinha de Leirtura

Música na Escola- Entra na fila /Tio Ricardo

Adorei vou levar para os nossos evangelizandos.

23 novembro 2012

18 dezembro 2009

RECEITA PARA SE TORNAR UM "CONTADOR DE HISTÓRIAS"

RECEITA PARA SE TORNAR UM "CONTADOR DE HISTÓRIAS"

1) PASSO - SENTIMENTOS

INGREDIENTES

* emoção
* paixão
* entusiasmo


UTENSILIOS

* coração cheio de amor e paixão
* bons ouvidos
* bons olhos
* muitas histórias


MODO DE PREPARAR

* Leia bastantae!!!!Leia muito!!!!!!
* Fique atento a tudo o que acontece `a sua volta.
* Preste atenção em cada movimento. aguce os ouvidos!!!!
* Depois desse exercício, você já pode escolher a HISTÓRIA que quer
contar.


OBSERVE:

1) Ela mexeu com suas emoções??
( ) sim ( ) não
2) Você sentiu a sua língua coçar de vontade de contar essa HISTÓRIA
para a primeira pessoa que encontrar??
( ) sim ( ) não
3) Você ficou impressionado(a) com a verdade contida no conto??
( ) sim ( ) não




EDUCADOR (A), SE TODAS AS RESPOSTAS FORAM AFIRMATIVAS, VOCÊ ESTÁ REALMENTE APAIXONADO PELA HISTÓRIA. VALE A PENA DIVIDI-LA COM QUEM QUISER OUVIR!!!

*** E aí gostou da receita??? Escreva dizendo o que achou???***

RECEBI ESTE TEXTO POR EMAIL DA AMIGA NEUSA DE AUTORIA DE: LUCIANA JACOB NAVISKAS
CONTADORA DE HISTÓRIAS
P R O J E T O
A ARTE DE ENCANTAR E EDUCAR ATRAVÉS DAS HISTÓRIAS

03 dezembro 2009

Fantoches Caixa de Leite

Ol? Amigos, segue uma sequ?ncia de fantoches de caixa de leite e de leite condensado, mas pode ser feito com qualquer caixinha.

Fizemos este teatro de fantoches no encerramento das atividades da evangeliza??o 2009. Utilizamos a m?sica do CD da FEB - Evangeliza??o em Notas Musicais, faixa 10, "Voc? sabe quem viu Jesus nascer?" As crian?as adoraram fazer, podem ver mais fotos no meu orkut e tambem no picasa.

29 novembro 2009

 
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04 novembro 2009

Dinâmicas de Grupo



As dinâmicas são instrumentos, ferramentas que estão dentro de um processo de formação e organização, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento. 


Para que servem?
          Para levantar a prática: o que pensam as pessoas, o que sentem, o que vivem e sofrem. 
          Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo. 
          Para retornar à prática, transformá-la,  redimensioná-la.                                                     
         Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos. 

As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:

               Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.


Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.


Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
  
          Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.
  
 
Os elementos de uma dinâmica:

Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar.

Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.

Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.

Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.

Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.

Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo para o desenvolvimento da dinâmica.


Perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos.




11 setembro 2009

Técnicas


 TÉCNICAS 
                                    
  Técnica quebra-gelo: Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as   pessoas para   o   encontro.
Pode ser uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem. 
Resgata e trabalha as experiências de criança. 
São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas. 
Técnica de apresentação: Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso... Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas. Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.
  São as primeiras informações da minha pessoa. Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração. 
O momento para a apresentação, motivação e integração. 
É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.
Técnica de integração: Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo. 
Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo. 
Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações. 
Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação. 
 Técnicas de animação e relaxamento: Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo.
Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade.
 
Não, para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.
Técnica de capacitação: Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal.
Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
Amplia a capacidade de escutar e observar.
Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.
 Religiosas ou Litúrgicas: Possibilitam aos participantes uma vivência e uma experiência da mística, do sagrado, da concentração.
Facilitam o diálogo com as leituras bíblicas, espíritas, com os participantes, com Deus e com os Benfeitores Espirituais.
 Estas também devem ser feitas por facilitadores que já tenham prática com este tipo de animação, para que não haja desdobramentos.