28 junho 2013
23 novembro 2012
18 dezembro 2009
RECEITA PARA SE TORNAR UM "CONTADOR DE HISTÓRIAS"
RECEITA PARA SE TORNAR UM "CONTADOR DE HISTÓRIAS"
1) PASSO - SENTIMENTOS
INGREDIENTES
* emoção
* paixão
* entusiasmo
UTENSILIOS
* coração cheio de amor e paixão
* bons ouvidos
* bons olhos
* muitas histórias
MODO DE PREPARAR
* Leia bastantae!!!!Leia muito!!!!!!
* Fique atento a tudo o que acontece `a sua volta.
* Preste atenção em cada movimento. aguce os ouvidos!!!!
* Depois desse exercício, você já pode escolher a HISTÓRIA que quer
contar.
OBSERVE:
1) Ela mexeu com suas emoções??
( ) sim ( ) não
2) Você sentiu a sua língua coçar de vontade de contar essa HISTÓRIA
para a primeira pessoa que encontrar??
( ) sim ( ) não
3) Você ficou impressionado(a) com a verdade contida no conto??
( ) sim ( ) não
EDUCADOR (A), SE TODAS AS RESPOSTAS FORAM AFIRMATIVAS, VOCÊ ESTÁ REALMENTE APAIXONADO PELA HISTÓRIA. VALE A PENA DIVIDI-LA COM QUEM QUISER OUVIR!!!
*** E aí gostou da receita??? Escreva dizendo o que achou???***
RECEBI ESTE TEXTO POR EMAIL DA AMIGA NEUSA DE AUTORIA DE: LUCIANA JACOB NAVISKAS
CONTADORA DE HISTÓRIAS
P R O J E T O
A ARTE DE ENCANTAR E EDUCAR ATRAVÉS DAS HISTÓRIAS
03 dezembro 2009
Fantoches Caixa de Leite
Ol? Amigos, segue uma sequ?ncia de fantoches de caixa de leite e de leite condensado, mas pode ser feito com qualquer caixinha.
Fizemos este teatro de fantoches no encerramento das atividades da evangeliza??o 2009. Utilizamos a m?sica do CD da FEB - Evangeliza??o em Notas Musicais, faixa 10, "Voc? sabe quem viu Jesus nascer?" As crian?as adoraram fazer, podem ver mais fotos no meu orkut e tambem no picasa.
Fizemos este teatro de fantoches no encerramento das atividades da evangeliza??o 2009. Utilizamos a m?sica do CD da FEB - Evangeliza??o em Notas Musicais, faixa 10, "Voc? sabe quem viu Jesus nascer?" As crian?as adoraram fazer, podem ver mais fotos no meu orkut e tambem no picasa.
29 novembro 2009
04 novembro 2009
Dinâmicas de Grupo
As dinâmicas são instrumentos, ferramentas que estão dentro de um processo de formação e organização, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento.
Para que servem?
Para levantar a prática: o que pensam as pessoas, o que sentem, o que vivem e sofrem.
Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo.
Para retornar à prática, transformá-la, redimensioná-la.
Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos.
As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:
Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.
Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.
Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.
Os elementos de uma dinâmica:
Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar.
Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.
Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.
Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.
Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.
Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo para o desenvolvimento da dinâmica.
Perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos.
11 setembro 2009
Técnicas
TÉCNICAS
Técnica quebra-gelo: Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as
pessoas para o encontro.
Pode ser
uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem.
Resgata
e trabalha as experiências de criança.
São
recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.
Técnica
de apresentação:
Ajuda a apresentar-se uns aos outros.
Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde
vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso... Sem máscaras e subterfúgios, mas com
autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas. Exige diálogo verdadeiro,
onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.
São as
primeiras informações da minha pessoa. Precisa ser desenvolvida num clima de
confiança e descontração.
O
momento para a apresentação, motivação e integração.
É
aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.
Técnica
de integração:
Permite analisar o comportamento pessoal e grupal.
A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos
mais profundos das relações interpessoais do grupo.
Trabalha
a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo.
Ajuda a
sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O
diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos
pelos participantes em suas relações.
Os
exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.
Estas
técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o
clima grupal é muito frio e impessoal.
Devem
ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se
está cansado e necessita retomar uma atividade.
Não,
para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.
Técnica
de capacitação: Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma
prática de animação grupal.
Possibilita
a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a
realidade que os rodeia.
Amplia a
capacidade de escutar e observar.
Facilita
e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho
grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
Quando é
proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas
que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.
Facilitam
o diálogo com as leituras bíblicas, espíritas, com os participantes, com Deus e
com os Benfeitores Espirituais.
Assinar:
Postagens (Atom)
Gostou? Compartilhe!
Fantoches de Jesus


.jpg)

