18 dezembro 2009

RECEITA PARA SE TORNAR UM "CONTADOR DE HISTÓRIAS"

RECEITA PARA SE TORNAR UM "CONTADOR DE HISTÓRIAS"

1) PASSO - SENTIMENTOS

INGREDIENTES

* emoção
* paixão
* entusiasmo


UTENSILIOS

* coração cheio de amor e paixão
* bons ouvidos
* bons olhos
* muitas histórias


MODO DE PREPARAR

* Leia bastantae!!!!Leia muito!!!!!!
* Fique atento a tudo o que acontece `a sua volta.
* Preste atenção em cada movimento. aguce os ouvidos!!!!
* Depois desse exercício, você já pode escolher a HISTÓRIA que quer
contar.


OBSERVE:

1) Ela mexeu com suas emoções??
( ) sim ( ) não
2) Você sentiu a sua língua coçar de vontade de contar essa HISTÓRIA
para a primeira pessoa que encontrar??
( ) sim ( ) não
3) Você ficou impressionado(a) com a verdade contida no conto??
( ) sim ( ) não




EDUCADOR (A), SE TODAS AS RESPOSTAS FORAM AFIRMATIVAS, VOCÊ ESTÁ REALMENTE APAIXONADO PELA HISTÓRIA. VALE A PENA DIVIDI-LA COM QUEM QUISER OUVIR!!!

*** E aí gostou da receita??? Escreva dizendo o que achou???***

RECEBI ESTE TEXTO POR EMAIL DA AMIGA NEUSA DE AUTORIA DE: LUCIANA JACOB NAVISKAS
CONTADORA DE HISTÓRIAS
P R O J E T O
A ARTE DE ENCANTAR E EDUCAR ATRAVÉS DAS HISTÓRIAS

03 dezembro 2009

Fantoches Caixa de Leite

Ol? Amigos, segue uma sequ?ncia de fantoches de caixa de leite e de leite condensado, mas pode ser feito com qualquer caixinha.

Fizemos este teatro de fantoches no encerramento das atividades da evangeliza??o 2009. Utilizamos a m?sica do CD da FEB - Evangeliza??o em Notas Musicais, faixa 10, "Voc? sabe quem viu Jesus nascer?" As crian?as adoraram fazer, podem ver mais fotos no meu orkut e tambem no picasa.

04 novembro 2009

Dinâmicas de Grupo



As dinâmicas são instrumentos, ferramentas que estão dentro de um processo de formação e organização, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento. 


Para que servem?
          Para levantar a prática: o que pensam as pessoas, o que sentem, o que vivem e sofrem. 
          Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo. 
          Para retornar à prática, transformá-la,  redimensioná-la.                                                     
         Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos. 

As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:

               Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.


Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.


Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
  
          Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.
  
 
Os elementos de uma dinâmica:

Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar.

Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.

Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.

Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.

Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.

Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo para o desenvolvimento da dinâmica.


Perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos.




11 setembro 2009

Técnicas


 TÉCNICAS 
                                    
  Técnica quebra-gelo: Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as   pessoas para   o   encontro.
Pode ser uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem. 
Resgata e trabalha as experiências de criança. 
São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas. 
Técnica de apresentação: Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso... Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas. Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.
  São as primeiras informações da minha pessoa. Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração. 
O momento para a apresentação, motivação e integração. 
É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.
Técnica de integração: Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo. 
Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo. 
Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações. 
Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação. 
 Técnicas de animação e relaxamento: Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo.
Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade.
 
Não, para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.
Técnica de capacitação: Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal.
Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
Amplia a capacidade de escutar e observar.
Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.
 Religiosas ou Litúrgicas: Possibilitam aos participantes uma vivência e uma experiência da mística, do sagrado, da concentração.
Facilitam o diálogo com as leituras bíblicas, espíritas, com os participantes, com Deus e com os Benfeitores Espirituais.
 Estas também devem ser feitas por facilitadores que já tenham prática com este tipo de animação, para que não haja desdobramentos.

  
            

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Fantoches de Jesus